Concepções básicas do ballet(série de exercícios corporais)



























Por convenção internacional os termos referentes ao balé são sempre escritos em francês. As concepções do balé ou sua cinesiologia está dividida em postura, posições e movimentos que a partir destes são feitas combinações entre eles aumentando o grau de complexidade de acordo com o nível do bailarino. Aqui serão descritos a série de exercícios corporais básicos sem combinações, para entender um pouco será apresentado como funciona uma aula de balé clássico. Esta aula se divide em duas etapas: na barra e no centro, todas com objetivo fundamental aprender ou reeducar a postura correta do corpo como também cuidados profiláticos a lesões como o aquecimento e alongamento (Achcar, 1998).

Os passos de balé são aprendidos de forma progressiva com a realização freqüente. Na barra com apoio de um ou os dois MMSS, vão condicionar o corpo porque os exercícios de barra seguem um ritmo certo, primeiro são feitos os movimentos mais lentos depois os mais rápidos gerando força e agilidade ao corpo. No centro da sala que o bailarino dança livremente exigindo postura, coordenação, força e agilidade, no entanto são desenvolvidas tanto na barra como no centro exercícios lentos e rápidos primeiro com os pés no chão até chegar aos saltos (Bertoni, 1992).

Os exercícios corporais no balé são divididos de forma didática de acordo com sua realização: a) posições do corpo; b) posições na barra e no centro da sala.

A. POSIÇÕES DO CORPO

As posições do corpo no balé utilizam a musculatura da estática com contração isométrica principalmente em tronco, quadril e MMII.

Durante todos os movimentos e posturas no balé deve-se manter o quadril na posição en dehors, termo francês que significa para fora, baseando-se na concepção de virar os pés e as pernas para os lados externos do corpo, sendo seu princípio básico. É um movimento anti-fisiológico chamado de segunda natureza. Utilizado como direção de movimento horário das pernas e corpo. Sua cinesiologia se apresenta pela colocação dos MMII em rotação externa iniciado na articulação do quadril, contraindo os músculos rotadores externos. O joelho, tornozelo e pé devem acompanhar o movimento de rotação externa de quadril e não realizá-lo. A rotação externa de quadril é combinada com retroversão femoral e alongamento anterior da cápsula, sendo que principalmente na 1° posição que o pé e o tornozelo de uma das pernas se posicionam exatamente na direção oposta à outra perna e forma um ângulo de 180° entre os pés e os joelhos de ambos os MMII, para iniciantes é de 100° com intuito de evitar compensações, sendo bem visualizada na figura 28. A função do en dehors é possibilitar uma maior estabilidade, facilidade na movimentação como na beleza das linhas (Khan et al, 1995; Toledo et al, 2004).

Segundo a codificação e elaboração da técnica clássica acadêmica do mestre Beauchamps em 1650 as classificou seqüencialmente de acordo com a dificuldade exigida as posições do balé. A técnica do balé exige alguns cuidados para evitar compensações e lesões futuras, entre eles estão a distribuição homogênea da descarga de peso em MMII a contração isométrica de quadríceps e rotadores externos dos quadris, abdominais, a manutenção dos ombros baixos contraindo musculatura que faz adução e retração da escápula e do pescoço livre e relaxado. O posicionamento dos pés, mãos, braços e cabeça são fundamentais para uma execução sem desequilíbrios biomecânicos, a seguir serão descritos todos eles (Bertoni, 1992).

As posições dos pés possuem variações (figura 29). Pé no chão = Pied a terre, ponto de apoio no arco plantar mantendo-o, não deixando desabar com en dehors (acompanhando a rotação externa do quadril) exceto na sexta posição (figura 29a). Pé na meia ponta baixa = Pied à quart (pé a ¼), tem função de aumentar o en dehors, seu ponto de apoio é no ante-pé com leve flexão plantar com en dehors (figura 29b). Pé na meia ponta = Pied sur la demi pointe. Apoio no ante-pé mantendo flexão plantar submáxima com en dehors (figura 29c). Pé na meia ponta alta = Pied a trois quarts (pé a ¾), com a função de aumentar a ADM das articulações dos ossos do tarso e tem o ponto de apoio sobre a articulação metatarsofalangeana, mantendo flexão plantar máxima com en dehors (figura 29d). Pé na ponta = Pied sur la pointe, realizada com auxílio de sapatilha específica, o ponto de apoio está sobre as extremidades distais das falanges principalmente do hálux, mantendo uma flexão plantar máxima associada à eversão do tornozelo com en dehors (figura 29e). O pé fora do chão (no ar) deverá sempre manter uma flexão plantar máxima associada à eversão do tornozelo com en dehors (figura 29f).

a(Pé no chão = Pied a terre); b(Pé na meia ponta baixa = Pied à quart); c(Pé na meia ponta = Pied sur la demi pointe); d(Pé na meia ponta alta = Pied a trois quarts); e(Pé na ponta = Pied sur la pointe); f(pé no fora do chão - no ar) (Achcar, 1998).

Segundo Achcar (1998) os MMII serão posicionados em en dehors exceto a 6° posição e são divididas em 1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º posição (figura 30).

A 1° posição, os calcanhares estarão encostados um no outro formando na face medial uma linha reta de 180°, exceto para iniciantes que é de 100°, ou seja, adução com rotação externa de quadril e extensão dos joelhos (figura 28 e 30a).

A 2° posição, é mantida a 1° posição, mas agora com abdução de quadril, distante aproximadamente o tamanho de um pé e meio (figura 30b).

A 3º posição mantém a 1° posição agora com adução negativa de quadril, onde um calcanhar vai ficar encostado à frente do arco longitudinal medial do pé contralateral (figura 30c).

A 4° posição, a 1° posição com hiper-adução flexão e extensão unilateral de quadril com descarga de peso nas duas pernas. Croisé (cruzado) pés paralelamente separados com uma distância de um pé e meio entre os dois, um calcanhar vai ficar frente à ponta do outro pé na altura do hálux (figura 30d1). Ouvert (aberto) ou effacée (apagado) pés paralelamente separados com uma distância de um pé e meio entre os dois com um calcanhar frente ao outro calcanhar (figura 30d2). A 5° posição, irá manter a 1° posição agora com hiper-adução de quadril e pés paralelos onde o calcanhar de um pé se encontra atrás encostado no quinto metatarso e falange do pé contralateral, o que está à frente do outro pé ficará encostado no hálux (figura 30e). A 6° posição é a posição anatômica, adução de quadril sem rotações com pés paralelos.

As mãos devem permanecer relaxadas, com oposição do polegar e leve flexão do terceiro e quarto dedo, a palma da mão sempre virada para dentro/anterior (antebraço supinado) ou para baixo (antebraço pronado) conforme a figura 31.

A posição dos braços têm suas variações de acordo com cada escola e há divergências quanto à denominação de algumas posições, variando apenas a concepção de estilo e denominação. Todas seguem o princípio de ombros baixos, braços redondos e palmas para dentro. A 2° posição é única em todos os sistemas. O movimento dos braços que alterna as posições chama-se port de bras. A escola inglesa usa o Sistema Royal Academy of Dancing, é um método mais complexo onde há seis posições sendo adotado na maioria das escolas de balé, possui as seguintes posições: bras bas, 1°, 2°, 3°, 4° e 5° posição (figura 32). A escola russa usa o Sistema Vaganova, um método simplificado, onde há somente três posições: bras bas, 1°, 2° e 3º posição (figura 33), podendo ser feita combinações entre elas.

As escolas francesa e italiana usam o mesmo sistema o Cecchetti que foi o primeiro sistema de notação do balé no séc. XVII. Segue os mesmos princípios, mas quanto às posições adota a idéia antiga de Jean Georges Noverre que deu continuidade ao primeiro sistema de dança, determinando que todas as vezes que o braço está redondo ele é denominado 5° posição.

As posições da cabeça podem ter cinco variações conforme a figura 34: reta (olhar para horizonte, posição anatômica), para trás (olhar para cima fazendo extensão da coluna cervical, aproximando occipital da vértebra C7), para baixo (olhar para baixo fazendo flexão da coluna cervical, aproximando a região do mento ao manúbrio do esterno), inclinada (olhar para frente, inclinação lateral da cabeça como se as orelhas repousassem quase sobre o ombro, aproximando a região temporal ao acrômio), virada (com o corpo reto olhar para a direita ou esquerda, fazendo rotação da coluna cervical aproximando a região do mento ao acrômio).

As posições do corpo e pernas nos movimentos do balé também são sistematizadas. Um bailarino deve se considerar sempre o centro de um quadrado imaginário onde se irradiam oito linhas que indicam sua posição no palco, estas linhas também servem para direcionar o corpo e saber por onde o movimento se inicia, por onde deve passar e terminar. O ponto um é a frente, o cinco é o fundo e os números pares são as diagonais do palco (figura 35).

O aprendizado das posições do corpo e sua manutenção no balé permitem ao indivíduo desenvolver a noção espacial e sua interação com o meio trabalhando em conjunto com as propriedades físicas da dança, o raciocínio e a memória, proporcionando ao indivíduo vencer suas limitações. A mobilidade articular é trabalhada a todo momento, principalmente nas articulações do quadril e tornozelo (flexão plantar e dorsiflexão), na maioria dos exercícios e posturas. O posicionamento do quadril no en dehors poderá ser substituído pela posição neutra do quadril a fim de evitar compensações nos joelhos ou quando o fisioterapeuta achar necessário.

B. POSTURAS NA BARRA E NO CENTRO

Quanto às direções do corpo, o aprendizado da boa estabilidade se inicia na barra com a postura do corpo reto e natural com peso distribuído entre as pernas e os pés com arco longitudinal fisiológico. Se não conseguir manter este arco longitudinal fisiológico, deverá diminuir o ângulo do en dehors. A coluna deverá ser a base do equilíbrio mantendo contração da musculatura responsável em aumentar os espaços intervertebrais. O posicionamento com o ombro do lado da perna que está em frente ligeiramente avançado obrigando o corpo a girar em direção da perna de trás e a cabeça também para o lado da perna que está na frente é chamado de épaulement (épaule = ombro). Existem três direções do corpo para o público: croisé (cruzado), en face (de frente) e effacé (apagado)/écarté (separado). A terminologia utilizada para as direções da perna são: devant (frente), de cote (lado)/á la seconde (na 2º posição) e derrière (atrás). Assim são as posições do corpo na sala e no palco visualizado na figura 36: epaulement croisé, epaulement croisé en face, epaulement efface/écarté.

                                                 

Dicionário do ballet

Posições e Passos

-Demi-plié (pronuncia-se "demipliê"): Pode ser feito em todas as posições de pés. Os joelhos são flexionados até o máximo que a pessoa conseguir, desde que acompanhe a linha dos pés, sem tirar os calcanhares do chão. Serve para dar impulso aos saltos e a outros passos.

-Tendu (pronuncia-se "tandi"): Uma das pernas fica esticada à frente, ao lado ou atrás do corpo. As duas permanecem viradas para fora, e os ossos dos quadris ficam sempre em linha com os ombros

-Arabesque: Uma perna esticada atrás do corpo. A outra perna, pode estar esticada ou não. Os ombros e os quadris devem estar virados para frente.
Passé (pronuncia-se "passê")
O pé passa pela perna que está como apoio até chegar à altura do joelho. Forma a posição de um número "quatro” no ar. As duas pernas permanecem viradas para fora.

-Attitude (pronuncia-se "atitide"): Uma das pernas fica no ar, ligeiramente dobrada, e a outra fica como apoio. As pernas devem ficar viradas para fora (a coxa da perna que está no ar fica levantada, com o joelho apontando para o lado).

-Pirueta: Pode ser feita em várias posições, como no "passé", "arabesque"e "attitude". A perna de apoio deve estar firme para que o giro saia no lugar. Os braços e a cabeça ajudam a dar o impulso.

-Sissone: É um Salto em que as duas pernas ficam abertas no ar, enquanto o corpo se desloca na direção desejada. O impulso sai do "demi-plié", e as duas pernas saem do chão ao mesmo tempo. Pode ser feito para frente ("en avant"), para trás ("en arrière") ou para o lado ("à la second").

As Principais Posições dos Pés

Em todas as posições, os pés ficam para fora (posição "en dehors"), o que depende de as coxas e os joelhos estarem virados. Esta abertura parte do quadril.

-Primeira Posição
Com os calcanhares juntos, os pés ficam abertos um para cada lado, em linha reta. Os joelhos seguem a linha dos dedos dos pés.

-Segunda Posição
Partindo da primeira posição os pés ficam afastados entre si por uma distância aproximada de um pé.

-Terceira Posição
Com os pés virados para fora, o bailarino coloca um pé na frente do outro, unindo-os. O calcanhar do pé da frente fica na metade do pé de trás.

-Quarta Posição
Com os pés cruzados e afastados, um pé fica na frente do outro. Imagina-se que há um pé em posição natural entre eles.

-Quinta Posição
Como na terceira posição, os pés ficam unidos uma na frente do outro. O calcanhar de um pé toca os dedos do outro pé.

As Principais Posições dos Braços

Existem outras posições de braços, que partem das posições descritas aqui. Seus nomes variam de acordo com os métodos usados hoje são de origem inglesa, russa e cubana.


-Primeira Posição
"Braços abaixados". Como se estivesse segurando uma melancia, as mãos ficam próximas uma da outra e quase tocam as pernas

-Posição Preparatória
Os braços e as mãos ficam na altura do estômago, arredondados, como se segurasse uma grande melancia. Os cotovelos ficam virados para fora.

-Segunda Posição
Os braços ficam ao lado do corpo, levemente arredondados. As mãos acompanham a linha dos braços.

-Quinta Posição
Os braços ficam arredondados, ligeiramente à frente da cabeça.

A

ADÁGIO - Derivado do italiano – lentamente.


a) qualquer dança ou combinação de passos feitos para a música lenta;
b) série de exercícios efetuados durante a aula com o fito de desenvolver a graça, o equilíbrio e o senso de harmonia e beleza das linhas;
c) parte dos pas de deux clássicos dançados pela bailarina e seu partner. Chamado pelos franceses de Adage.

ALLEGRO - Palavra italiana derivada do latim Alecer (vivaz).

a) qualquer dança ou combinação de passos feito para uma música de tempo rápido ou moderado;
b) parte da aula que segue o Adágio;
c) todos os passos rápidos, como saltos, bateria etc., em balé, são parte do Allegro.

APLOMB - Aprumo. Dá-se o nome de Aplomb à elegância e ao controle perfeito do corpo e dos pés, conseguido pelo bailarino ao executar o movimento.

ARABESQUE - Arabesco. Palavra originária do árabe significando ornamento.
Posição na qual o peso do corpo é sustentado numa só perna, enquanto a outra se encontra esticada para trás, geralmente no ar e com os braços dispostos de maneira harmoniosa.
Esta posição apresenta variações tais como:
1.. o pé que sustenta o corpo pode estar totalmente apoiado no chão, na meia ponta, ou na ponta;
2.. a perna que sustenta a pose pode estar ou não flexionada;
3.. a posição do corpo pode estar alongada (allongée), ou inclinada (penchée);
4.. também os braços sofrem alterações, sendo eles que determinam as qualificações dos arabesques.

B

BALANCÉ- ou Pas de Valse - Balanceado. É um passo balanceado em ritmo de valsa. O bailarino dá um passo ao lado com uma perna, trazendo a outra para trás desta, com o joelho meio dobrado e a meia ponta no chão; em seguida, transfere o peso do corpo para a perna de trás e logo em seguida para a da frente, sem mudar a posição de ambas.
Pode ser feito também cruzando-se a perna em frente ou dando-se o passo para frente ou para trás, em vez de ao lado.

BALLET - Balé. Derivado do italiano ballare (bailar). É um conjunto de passos de dança executados em solo ou em grupo. Balé reúne, na sua maioria, várias artes, tais como música, pintura (cenários e figurinos), arte dramática (mímica e interpretação), com a dança na sua forma clássìca ou moderna.

BASQUE, PAS DE- Passo de basco. Passo cujo nome indica sua origem. Foi introduzido no balé clássico por Maria Camargo (1 710-1770). Pode ser glissé (deslizado) ou sauté (saltado), en avant (para frente), ou en arrière (para trás).

BATTEMENT – Batida, pancada. Termo genérico designando certos exercícios e movimentos da perna e do pé, executados sob a forma de batidas. Basicamente, em balé, o termo battement significa a extensão total ou parcial da perna e do pé e seu retorno à posição inicial.

BATTU – Batido, golpeado. Este termo, ainda que relacionado a qualquer passo, mantém-se inalterado, significando apenas que o bailarino bate as pernas durante a sua execução. Por exemplo, um assemblé battue é um assemblé comum, porém com uma batida das pernas no ar.

BOURRÉE, PAS DE – Bourrée é o nome de uma dança folclórica das províncias de Auvergne e Berri. Sua conexão com os pas de bourrée do balé clássico é obscura, tendo sido introduzido com certa estilização, por alguns coreógrafos contemporâneos. É um passo de locomoção em geral com três movimentos das pernas, feitos em qualquer direção.

C

CHAT, PAS DE – Passo de gato. Passo em que o bailarino, começando de 5a posição, levanta a perna de trás num retiré, estando em demi-plié na perna de sustentação, pula lateralmente sobre a perna levantada, ao mesmo tempo em que levanta a outra em retiré e fecha 5a no demi-plié. O pas de chat italiano é feito com as duas pernas dobradas no ar ao mesmo tempo.

CONTRETEMPS - Contratempo. Passo composto de um coupé chassé, temps levé, chassé passé. 5a posição, direita em frente; coupé com a perna esquerda, chassé en avant com a direita, um temps levé sobre a perna direita, com a esquerda atrás em arabesque, e um chassé passé com a esquerda terminando em 4a allongée, com o peso sobre a perna esquerda em demi-plié e a direita atrás em degagé a terre.

COREÓGRAFO - Do grego Khoros (danÇa) e grapho (escrita), designa a pessoa que cria um balé; os passos e danças que, em seqüência, formam um balé. No princípio do século XVIII, este termo significava "anotador de dança"; como em geral era este quem também criava os passos do balé, a palavra passou a cobrir ambas as atividades. Quando desapareceu a arte de escrever os balés, o termo coreógrafo passou a significar apenas "criador de balé".

COREOGRAFIA - Termo usado no século XVlll para designar a arte de "anotação de danças" e que agora significa "seqüência de passos e movimentos que compõem um balé".

COTÉ, DE - Ao lado. Não é um passo; este termo, quando adicionado a qualquer passo ou exercício, significa que este deve ser executado ao lado.

CROISÉ - Cruzado. Uma das oito direções do corpo do bailarino em relação ao palco e ao espaço circundante.

CROIX, EN - Em cruz. Fazer qualquer exercício en croix significa executá-lo em frente, ao lado, atrás e de novo ao lado.

D

DANSEUR NOBLE - Bailarino nobre. Nome em geral usado para designar a primeira figura masculina de um balé, o herói romântico, como o tenor numa ópera.

DANSEUR, DANSEUSE - Bailarino, bailarina.

DANSE DE CARACTERE - Dança folclórica ou a caráter.

DEBOULÉS - Rolar. Pequenos tours, em geral feitos em séries, em que o bailarino executa pequenas voltas, transferindo o peso do corpo de uma perna para outra. O mesmo que CHAINÉS.

DEDANS, EN - Para dentro. Indica que: (a) o movimento da perna é feito numa direção circular de trás para frente; (b) uma pirueta é executada girando para o lado da perna de sustentação.

DEGAGÈ- Afastado. Posição em que o bailarino se encontra sobre uma perna, com a outra afastada, ponta esticada, em frente, ao lado ou atrás. 0 degagé pode ser à terre, com a ponta tocando o chão, ou en I'air, com a perna levantada a meia ou grande altura.

DEHORS, EN - Para fora. Indica que: (a) o movimento da perna é feito em direção circular da frente para trás; (b) uma pirueta é executada girando-se para o lado da perna que levanta do chão.

DEMI - Meio, metade. Qualquer posição ou passo efetuado de maneira pequena ou pela metade.

DEMI POINTE - Meia ponta, ou seja, sobre a sola dos dedos dos pés.

DERRIÈRE - Atrás. Qualquer passo, exercício ou posição executados atrás, isto é, com a perna fazendo o movimento atrás da outra ou então fechando atrás.

DESSOUS - Embaixo. Qualquer passo executado com a perna de ação passando atrás da outra.

DESSUS - Em cima. Qualquer passo que quando executado, a perna que comanda a ação passa na frente da outra.

DEUX, PAS DE - Passo de dois (ou passo a dois). Uma dança para duas pessoas. Grand pas de deux, nome dado nos balés clássicos para os pas de deux feitos pela primeira bailarina e pelo primeiro bailarino, destinado a mostrar sua virtuosidade, e em geral consistindo de entrada, adágio, variação para a bailarina, variação para o bailarino, concluindo com uma Coda.

DEVANT - Em frente. Termo relacionado a qualquer passo ou exercício que é executado em frente, isto é, com a perna fazendo o movimento em frente da outra, ou então fechando na frente.

E

ECARTÉ - Separado. Uma posição do corpo, oblíqua para o público, na qual o braço e a perna estão estendidos no mesmo plano vertical e diagonal como o resto do corpo. As outras posições do corpo são en face, croisé, ouvert (ou effacé).

ELEVATlON - Elevação. A altura dos saltos do bailarino. Termo aplicado a todos os movimentos aéreos, isto é, feitos no ar, com pequenos ou grandes saltos.

ENCHAINEMENT - Encadeamento. Qualquer combinação de vários passos numa aula é um enchainement.

EN FACE - De frente. Uma das direções do corpo, quando o bailarino está bem de frente para o público.

ENTRECHAT – Termo provavelmente originado do italiano cabriola intrecciata, ou seja, cabriola cruzada. Um salto no ar de 5a posição em que o bailarino , no ar, cruza as pernas uma, duas ou três vezes.


F

FOUETTÉ - Do termo francês fouetté (chicote). Devido à grande diversidade dos vários passos, tanto da barra, de adágio e de allegro, denominados fouettés, é todo movimento seco (chicoteado) executado pela perna, ou pela perna e corpo, quando este faz um movimento, virando para o lado contrário da perna.


J

JETÉS – Jogados. Passo de allegro. São diferentes tipos de saltos. Pode ser petit jeté, jeté ordinaire, grand jeté, grand jeté en avant, grand jeté en tournant, jeté passé, jetés battement, jetés elancés e, na escola russa, ainda o jeté fermé.


M

MÁITRE-DE-BALLET, MAITRESSE-DU-BALLET OU CHEFE DO BALÉ - É o responsável, junto ao coreógrafo, por manter e remontar, quando necessário, a obra, respeitando sua autenticidade, qualidade técnica e artística. O maitre-de-ballet também dá aulas à companhia cuidando da unidade de trabalho e estilo que estão sob a sua responsabilidade.

MANÉGE - Picadeiro, indica a forma em que o bailarino executa os tours, quando estes são feitos ao redor do palco, como se circundasse um picadeiro imaginário.

MARCHÉ, PAS - Passo marchado ou andado. Um passo comum, feito com o pé esticado, colocando-se primeiro no chão a meia ponta e em seguida o calcanhar.


P

PAS - Passo. Um único movimento de perna, quando no ato de andar ou dançar.

PIROUETTE – Pirueta. Uma volta inteira do corpo executada sobre uma perna (na ponta ou meia ponta), enquanto a outra está dobrada, com o pé em frente ao joelho da perna de sustentação. Quando a volta é feita para o lado da perna que levanta, a pirueta é en dehors; quando a volta é para o lado da perna de sustentação, a pirueta é en dedans.

PLIÉ - Dobrado. Flexão dos joelhos. Um exercício que compõe quase todos os outros da barra.

PORT DE BRAS - Movimento dos braços.

PROFESSOR (A) - É aquele que ensina em diferentes níveis aos alunos a técnica da dança, desde seus princípios básicos até o nível profissional, dependendo de sua capacidade.

PROMENADE - Passeio, uma volta lenta dada sobre um pé (toda a planta no chão ou na ponta, neste último caso com a ajuda de um bailarino), enquanto a outra perna está numa dada posição (arabesque, por exemplo). Devem-se tomar como eixo os dedos do pé, enquanto o calcanhar vai executando uma volta completa em torno dele (o eixo).


Q

QUATRE, PAS DE - Passo de quatro. Uma dança para quatro pessoas. Numa coreografia pode haver solos até para dez pessoas, homens e mulheres. Depois desta quantidade já é considerado Corpo de Baile.


R

REPETITÉUR (ENSAIADOR)
É o assistente do maitre-de-ballet, ensaia as diversas partes da obra, variações, solos, grupos, corpo de balé e é também professor categorizado.


T

TOUR - Volta. O mesmo que pirueta. Em geral as grandes piruetas são mais comumente chamadas tours. Exemplo, pirueta en attitude ou tour en attitude. Também as que são feitas em séries, como o tour piqué.

TOUR EN L'AIR - Volta no ar. Em geral, passo para o bailarino homem. Saindo de 5a posição (ou qualquer outra, em geral 2a ou 5a) no demi-plié, o bailarino dá um salto para cima com as pernas bem juntas ao mesmo tempo em que vira uma ou mais voltas no ar com o corpo.

TOURNANT, EN - Virando. Adicional aos passos que podem ser feitos com uma volta do corpo. Como, por exemplo, o assemblé soutenu, que pode ser simples (sem a volta) ou en tournant.

TROIS, PAS DE - Passo de três pessoas. Variação de dança feita por três bailarinos, em geral duas moças e um rapaz.


V

VALSE, PAS DE - Passo de valsa. O mesmo que balancé.

                                                          

pirouette





pirouette quer dizer pirueta
pirueta é o que podemos chamar de giro
no blog já tem uma explicação deste passo mais achamos uma mais especifica

a pirueta pode ser feita com a segunda posição,a terceira ou a quinta


1 : colocar os pés na posição expecifica

2 : fazer plié

3 : colocar o braço do mesmo lado do pé que está na frente e o outro para o lado sem sair da linha do ombro

4 : ter impulso e ir para o mesmo lado do pé q está na frente e levantar este mesmo pé

pronto!!agora é só praticar !!

                                                          

Como cuidar da sua sapatilha de Ballet




Como prolongar a vida de suas sapatilhas de Ballet

Todos os pais conhecem a frustração dos filhos com os seus pés. Parece que você está sempre comprando mais sapatos para os pés que parecem nunca parar de crescer. Se você acha que está sempre comprando novas sapatilhas de ballet, siga estes passos para ajudar a prolongar a sua vida.

Veja como:

* Mantê-las limpas.

Se sapatilhas são de lona, lave-os suavemente, com um pouco de detergente suave, e secar na sombra. Para sapatilhas de couro, limpar com pano úmido. Para uma limpeza mais profunda, use de leve um pouquinho de detergente, panos de limpeza limpos com um pano seco e macio.

* O desgaste ao dançar.

Evite usar sapatilhas de ballet e para ir até a academia. As sapatilhas de ballet não são feitas para serem usadas como sapatos normais na rua. Mantenha-os na sua mochila e coloque apenas quando for fazer sua aula.

* Estique o couro.

Se suas sapatilhas de ballet são feitas de couro, eles podem esticar um pouco. Coloque uma colher de madeira no interior do dedo do pé do sapato e estique a pele suavemente.

Dicas:

Nunca compre sapatilhas de ballet que são grandes para os seus pés. Pode ser tentador, mas as sapatilhas foram feitas para ficarem bem encaixadas sem folga sobre os pés.

As mães das crianças maiores que usam pouco as sapatilhas podem fazer um bazar de sapatilhas nas academias, assim todos vão economizar.

                                                      

Ballet para Iniciantes: Primeira aula de Ballet!!!




O início do Ballet para Crianças!!!

Começar a fazer balé é divertido e excitante para as crianças. Uma jovem bailarina tem tantas coisas para aprender. Se o seu sonho é tornar-se uma primeira bailarina, é preciso muita prática, a fim de dominar e desafiar muitos exercícios e passos de balé. Você vai começar a aprender as regras e as técnicas tradicionais de balé, que têm sido proferidas, ao longo dos séculos. Você vai começar a lentamente, passando as mais difíceis etapas.

Este guia irá ajudá-lo no seu estudo de ballet:

Se você é novo no ballet, provavelmente está um pouco ansioso sobre como iniciar as aulas de ballet. Você pode estar se perguntando sobre um monte de coisas, como o que você deve usar e como o estilo do seu cabelo. Você pode perguntar como vai ser suas aulas de ballet, e que tipos de coisas que você irá aprender. Tenha em mente que a maior parte dos outros alunos em sua classe provavelmente será de novo no ballet também. Então, relaxe e aproveite este momento especial da sua vida, sua primeira aula de ballet.

As primeiras etapas da aula de Ballet!

Nas suas primeiras aulas de ballet será apresentada à vocês às posições básicas e técnicas de balé. Será ensinado o modo de alinhar o seu corpo corretamente, incluindo o modo de segurar suas mãos e como ficar na meia ponta dos pés. Será ensinado práticas simples durante a aula, como pular e saltar para melhorar sua coordenação e flexibilidade.

Uma das primeiras coisas que uma bailarina aprende é como alinhar corretamente corpo. Um dos fatores distintivos de um bailarino é a excelente postura, enquanto dança ou não. Você pode encontrar o seu centro de equilíbrio, imaginando uma linha reta que atravessa sua coluna. A fim de alcançar a boa postura, bailarinos devem praticar todos os dias. No começo, você pode achar útil segurar uma barra levemente para equilíbrio. Os passos seguintes irão ajudá-la.

* Com os pés na primeira posição, saltar e tocar os pés virado para fora (en dehors), com os joelhos retos.

* Puxe nos músculos na sua barriga. Contraindo o abdome.

* Apertar os músculos em sua parte inferior e alinhe suas costas.

* Puxe para cima os músculos em suas pernas.

* Abrir os ombros, a empurrá-los para baixo e para trás.

* Mantenha os braços para baixo na frente do corpo, com os cotovelos ligeiramente dobrados e as mãos relaxadas.

* Levantar o queixo, alongar o pescoço.

* Respire profundamente e relaxe.

Dicas:

Mantenha seus ombros para baixo e aberto.

Olhe para cima e para fora, nunca para baixo em seus pés.

Olhar em um espelho para verificar a sua postura.

                                                           

Como colocar as fitas e elásticos na Sapatilha de Ponta




Para tirar o máximo de proveito das novas sapatilhas de ponta as jovens bailarinas devem manter as fitas e elásticos corretamente protegido.

Bailarinas que estão começando a usar as sapatilhas de ponta pela podem ter recebido instruções da sua professora de balé que explicam a boa utilização de fitas e elásticos. Se as instruções do seu professor variam a partir da lista abaixo, por favor, siga sempre o processo que seu professor orientou, ou perguntar-lhe qual seria o melhor procedimento a seguir.

Ao comprar um par de sapatilhas, as fitas e elásticos geralmente será incluído. Se não, não deixe de pedir a atendente da loja para fornecê-los. Fitas são normalmente vendidos em comprimentos de 2,5 a 3 metros de comprimento. O elástico deve ser longo o suficiente para que ele fique confortável sobre o tornozelo, e não muito apertado.

Preparando a Sapatilha: Para começar, colocar a sua sapatilha de ponta sobre a mesa em frente, de modo que a ponta fica de costas para você, e no calcanhar o mais próximo de você.

Coloque dois dedos no centro do material de calcanhar, e dobre o calcanhar para baixo para que ele toque da sola do sapato. O calcanhar inteiro deve ser dobrado para baixo, de modo que a o tecido do calcanhar fique espalhado por toda a parte interna da sapatilha, perto do calcanhar.

Com caneta, faça uma marca em cada lado do revestimento interno da sapatilha, onde o salto é dobrado para enfrentá-la.

Preparando Fitas para colocar na Sapatilha: Tire todo o comprimento da fita que foi dada, e dobre ao meio e depois ao meio novamente. Corte ao longo das dobras, de modo que agora você tem quatro pedaços de fita em comprimentos iguais.

A fim de evitar o desgaste, queime as bordas do corte da fita com um fósforo ou isqueiro. Certifique-se de apagar as chamas pequenas imediatamente para não perder nenhum de comprimento da fita.

Uma outra alternativa é a costurar junto a ponta de cada pedaço de fita, e os lados cerca de meio centrímetro. Isto também irá evitar o desgaste até ao ponto da costura.

Costura Fitas nas Sapatilhas: Coloque a borda dianteira de uma das fitas sobre a marca que você fez dentro do sapato. A fita deve ser em ângulo de 45 graus, com o fim da fita ficar na direção do calcanhar do sapato

Com cerca de meio centímetro de fita de dentro do sapato, costurar as bordas em torno da fita, que juntará ao sapato. Também costurar na parte de cima da fita, onde ela começa a sair do sapato, para se certificar de que é seguro.

Na maior parte das sapatilhas de ponta, há uma camada de revestimento de lona dentro do sapato, para que você possa costurar as fitas com esta primeira camada de revestimento e não na sapatilha inteira. Se as suas sapatilhas não têm esta camada, o seus pontos devem passar para o exterior da sapatilha, não se esqueça de usar uma linha clara ou que corresponda a cor da sua sapatilha.

Costure o segundo pedaço de fita da mesma forma, no outro lado da sapatilha.

Costura os elásticos nas Sapatilhas: Existem duas maneiras de usar o elástico nas sapatilhas de ponta. A primeira é criar uma tira no tornozelo com elástico, de modo que você poderia passar o pé por meio do elástico antes de colocá-lo na sapatilha. Isso pode ajudar aqueles com grande colo de pé ou para manter o calçado em seus pés. Ele também pode dar um apoio extra. Certifique-se de medir o elástico em seu tornozelo próprio para que o comprimento seja correto.

A segunda maneira de usar o elástico é criar um pequeno laço na parte de trás do sapato, para que a fita pode ser empurrada através do elástico antes de envolver todo o pé. Um pedaço do elástico cerca de um centímetro de comprimento deve ser usado para isso.

Ambos devem ser costurados com um centímetro de cada lado da costura traseira do sapato.

Quando tiver terminado de costurar as fitas e elásticos você deve mostrá-los ao seu instrutor. Especialmente se este for sua primeira sapatilha de ponta, o professor terá de se certificar de que as fitas e elásticos estão fixados corretamente para que você não ferir seus pés e tornozelos quando subir na ponta.

                                                      

exemplo de roupa e sapatilha de ballet em desenho para recitais





Como corrigir os maus hábitos dos Bailarinos




Qualquer estudante de dança provavelmente já ouviu inúmeras correções, para si ou para seus colegas. Aqui estão algumas maneiras de corrigir facilmente os maus hábitos.

Os seguintes maus hábitos físicos podem ser corrigidos através do trabalho intenso. Os bailarinos devem estar atentos a esses hábitos, e fazer um esforço consciente para corrigi-los.

Pés e tornozelos caindo para dentro - Um hábito comum dos estudantes de ballet é o de deixar os pés e tornozelos caírem para dentro. A fim de obter um perfeito em dehors, às vezes, deixam os arcos dos pés caírem para frente no chão. Isso levanta a borda externa do pé do chão, colocando pressão sobre os tornozelos e joelhos e lesando os tendões dos pés.

* Lembre-se que o em dehors vem do quadril e músculos da coxa, e não dos joelhos, tornozelos ou pés. Ao estar na primeira posição, o foco tem que ser nos quadris e coxas. O calcanhar, a bola do dedo grande do pé, e a bola do dedo mínimo do pé devem estar todos no chão, e não o arco do pé.

Desalinhando do corpo - A bailarina deve sempre estar alinhada, de forma a utilizar corretamente os braços, pernas, cabeça e pescoço. Bailarinos não podem distorcer as costas em nenhum dos dois extremos: de arqueamento ao abrir a caixa torácica, ou ficar corcunda e curvar os ombros. Em ambos os casos, o abdome do bailarino será solto e não vai servir de suporte para o corpo. Além disso, dobrando a pelve irá limitar o movimento dos quadris.

* Lembre-se constantemente da colocação do corpo. O cóccix deve ser apontado diretamente para baixo, e os músculos abdominais devem ser contraídos e para cima. Ombros devem estar para baixo e para trás, com o queixo levemente levantado. Nesta posição, a bailarina terá a capacidade de se movimentar completamente através dos braços e das pernas.

Pés tensos - Apertando ou contraindo os dedos do pé pode atrapalhar um bailarino da plena articulação dos pés. Dedos cerrados, especialmente durante a execução de uma combinação de saltos, se colocar stress nas articulações acabará provocando ferimentos. Ao longo do tempo pode danificar os ossos e os tendões dos pés.

A fim de evitar essa tensão, os bailarinos devem esticar os tendões dos dedos praticando alguns exercícios simples. Sentado, com os dois pés no chão, escorrega um pé em direção ao corpo, lentamente, elevando-o à meia-ponta com um arco forçado. Os dedos devem permanecer no chão, e o bailarino deve sentir o alongamento debaixo dos pés. Além disso, sentado com as pernas esticadas para frente, estique os pés na frente e depois flexione apenas os dedos, em seguida, flexione o pé inteiro.

Joelhos hiperestendido - Se o joelho de um bailarino é naturalmente super esticado ele ou ela tem pernas hiperestendidas. Uma perna hiperestendida moderada pode ajudar o bailarino a ficar confortavelmente numa quinta posição bem apertada, no entanto, alongamento extremo pode ser perigoso. Bailarinos hiperestendidos tendem a ter músculos mais fracos. As pernas podem ter pouca sustentação. Assim, a hiperextensão pode danificar as articulações dos joelhos, tornozelos e quadris.

Estes bailarinos devem pensar em alongar as pernas, ao invés do estiramento ou travar os joelhos. Ao invés de apertar o quadríceps, os bailarinos devem esticar a partir dos quadris e alongar a linha da perna.

Tensão no corpo - Dançar ou mover-se duros, com os músculos apertados podem causar lesões musculares para os bailarinos. A tensão no corpo pode afetar o equilíbrio de um bailarino, e ficar quase impossível a sua movimentação.

Para aliviar a tensão, os bailarinos devem concentrar-se na respiração rítmica. A respiração deve estar junto com a música, e deve ser quase coreografada. Mesmo quando parado, os bailarinos devem concentrar-se na respiração. Isto impedirá que os músculos fiquem tensos.

Abrir as costelas e apertas as omoplatas - Os bailarinos podem comprimir as omoplatas ao tentar abrir seu peito na frente, no entanto, este movimento imobiliza as costas. Isso compromete à liberdade dos braços e parte superior do corpo. Eles também causam um desalinhamento no bailarino, que fica com o corpo para trás da linha dos quadris, afetando seu o equilíbrio. Os bailarinos devem pensar em alargar os ombros para os lados, e mantendo uma postura ereta.

Falta de concentração - Um bailarino pode, por vezes, simplesmente perde a sua atenção na técnica. Estar totalmente presente, concentrado e atento irá permitir que o bailarino aprenda mais rapidamente e corretamente. A pior situação é aprender uma combinação ou passo incorretamente, e não incidir sobre os movimentos musculares corretos. Estar presente, estar focado, e estar aberto a novos estilos de dança e novas formas de mover o corpo.

Consciente dos maus hábitos, os bailarinos podem trabalhar para corrigi-los e evitar lesões no futuro.

                                                        


Como ser uma bailarina profissional? Como melhorar a técnica nos Passos de Ballet?




Como melhorar: dedicar-se

Nós todos ouvimos o velho ditado “A prática leva à perfeição”.

Embora isso seja óbvio para alguns, há muitas pessoas que simplesmente não sabe como fazer isto. Ele não se aplica especialmente para a dança, como acontece em qualquer profissão ou hobby.

A principal diferença entre um amador e um profissional é que o profissional dedica a sua vida para chegar a perfeição, enquanto muitos amadores somente praticam. Eles, muitas vezes perguntam porque o seu nível de habilidade não está a par com os mestres, ou procura um atalho para se tornar tão bons como os profissionais.

Há muitas boas dicas e ensinamentos, mas não há nenhuma mágica a fazer. Alguns tem mais habilidades do que outros, mas há uma enorme margem de aprendizagem que simplesmente leva tempo e dedicação: horas de prática por dia, estudo, bons professores, e um bom ambiente de aprendizagem.

Quando você dedica sua vida a algo, você gasta incontáveis horas por dia aperfeiçoando sua técnica, e muitas horas estudando tanto quanto humanamente possível.

Não há nenhuma maneira possível que alguém possa atingir seu pleno potencial em algo, se não está gastando horas por dia para se tornar o melhor absoluto.

Da próxima vez que você invejar o seu favorito bailarino e suas habilidades, lembre-se que ele, provavelmente, dedicou a sua vida ao ofício. Você pode imaginar como seria bom se você se dedicasse para alguma coisa algumas horas por dia? Não vai só melhorar … Você vai alcançar alturas que você nunca sonhou